
Texto ficcional em forma de monólogo. Uma solitária pintora se lança em infinitas reflexões sobre o tempo, a vida e a morte, os sonhos e visões, as flores, os estados da alma, a coragem e o medo e, principalmente, a arte da criação, do saber usar as palavras num jogo de sons e silêncios que se combinam.

Nenhum comentário:
Postar um comentário